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UNFPA Moçambique na Cimeira Mundial da Seedstars

19 Abril 2018

O UNFPA Moçambique, representado por Pascale Barate, especialista em Monitoria e Avaliação, participou na Cimeira Mundial da Seedstars em Lausanne, Suíça. Esta Cimeira global culminou em:

Representantes de 92 países, alcançou mais de 4 milhões em redes sociais, mais de 500 reuniões de investidores, 228 reuniões de mentores, 160 entrevistas de mídia, 219.000 alcances no Twitter, mais de 1000 participantes, mais de 100 investidores, 9 workshops, 93 startups, 170.000 alcances no Facebook, 12 finalistas e 9 prémios atribuídos.

Tendo feito parceria com a Seedstars World para a Cimeira da África, de 12 a 14 de dezembro de 2017 em Maputo, UNFPA Moçambique usou a Cimeira Mundial como uma oportunidade para organizar um Workshop de Saúde Reprodutiva, rede com startups e investidores, identificar novas startups, investidores e empreendedores e ter uma reunião com a Seedstars para discutir a possibilidade de uma parceria.

Workshop de Saúde Reprodutiva

Durante o Workshop de Saúde Reprodutiva liderado pelo UNFPA e pela OMS, Barate apresentou sumário da Estratégia de Inovação do UNFPA e um desafio para os startups. O tema do desafio para o workshop foi como apoiar, ajudar as adolescentes e evitar o casamento e a gravidez precoces.

A sua apresentação foi seguida por uma contextualização concisa do especialista em Saúde Sexual e Reprodutiva da OMS, Ozge Tuncalp. O workshop também incluiu trabalho em grupos (que incluíam  startups em técnicas de saúde, partes interessadas globais e influenciadores do sector de saúde), apresentações de soluções concretas e uma discussão sobre o caminho a seguirem em 2 minutos.

Duas soluções promissoras surgiram do workshop, uma de startup existente, a Belavendor, que gere máquinas de venda automática e oferecem absorventes higiênicos em lugares públicos na Tanzânia. Sua ideia era adicionar preservativos e pílulas como produtos nas máquinas de venda automática. Por meio de uma franquia local, essas máquinas (recarregadas e administradas por mulheres) seriam colocadas em escolas e espaços privados, garantindo o acesso anônimo aos principais consumíveis e o empoderamento das mulheres (geração de renda). A segunda solução concentrou-se nos agentes comunitários de saúde, tendo como alvo homens e líderes religiosos.